O que aprendemos ao levar nossas crianças para a trilha, por Ana Paula Santana
- 20 de jan.
- 2 min de leitura
Entramos no mundo das trilhas há um ano. O Corre Junto, um programa de treinamento coletivo de corrida de trilha, foi nossa porta de entrada e tanto eu quanto o Wagner ficamos apaixonados. Temos dois filhos, a Beatriz, de 15 anos, e o Gustavo, de 11, que já praticam outros esportes, mas ainda não conheciam o mundo das trilhas. Decidimos, então, levá-los para essa experiência.
Subimos a Pedra Grande, em Atibaia. Houve cansaço, desafios, pausas e momentos de dúvida, mas também houve mãos dadas, incentivo, risadas e aprendizado. Cada passo foi no tempo deles, respeitando limites e descobrindo forças que nem sabiam que tinham. E quando chegamos ao topo, a emoção foi enorme. A trilha ensinou que nem sempre é fácil, mas que continuar vale a pena; que a natureza acolhe e que juntos somos mais fortes.

Voltamos com o corpo cansado, mas com o coração cheio e a certeza de que essas experiências constroem memórias, fortalecem vínculos e deixam marcas bonitas que eles carregarão para a vida toda. Se vão continuar nas trilhas ou não, só eles sabem. Mas a nossa parte como pais — dar o exemplo e proporcionar a oportunidade da vivência — está sendo feita.
E, como educadora física, sei o quanto a atividade física pode ser benéfica para crianças e adolescentes:
saúde física: controle de peso, ossos mais fortes, coração saudável e prevenção de doenças como diabetes;
desenvolvimento motor e cognitivo: coordenação, equilíbrio, foco e desempenho escolar;
saúde mental e social: redução de estresse/ansiedade/depressão, autoestima, trabalho em equipe, disciplina e socialização;
combate o sedentarismo, estimula o crescimento saudável e desenvolve a disciplina e o trabalho em equipe.
Agora, não faltam motivos para você apresentar a trilha para seus filhos!
Ana Paula Santana
(personal trainer de natação e corredora de rua e de trilha)
Imagem: Arquivo pessoal.



