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Relato da Prova


Minha estreia na maratona (ou como sobrevivi ao Desafio do Dunga!), por Sayuri Kanno
Faz pouco tempo que eu corro, né? Eu treinava na Planesport e já conhecia o Júlio, da assessoria Limite Team. O que me deu o estalo para procurá-lo foi um post no Instagram de uma corrida na Disney. Fiquei encantada, apaixonada! Confesso: sou a "louca da Disney". Já fui três vezes e amo aquele clima. Chamei uma amiga, mostrei as postagens e comecei a pesquisar. No início, eu não entendia nada: não sabia o que era o tal Desafio do Dunga (correr 5km, 10km, 21km e 42km em dias s
16 de fev.


Sol, chuva e gratidão: a rotina de um ultramaratonista (por Valdenir Jandosa)
Muitas vezes me perguntam: "Valdenir, por que correr tanto?" . No começo, eu mesmo achava essa pergunta curiosa, quase estranha. Mas com o passar dos quilômetros e das horas solitárias, a resposta se revelou com uma simplicidade desconcertante: eu corro tanto porque eu gosto de correr. O asfalto e as trilhas não são apenas caminhos; são onde eu me encontro. O renascimento e a descoberta Minha trajetória nas longas distâncias nasceu de uma provação. Em 2014, uma lesão grave me
9 de fev.


42 anos em 42 quilômetros: a minha estreia na maratona (por Francisco Bellesini)
O motivo pelo qual comecei a correr se transformou ao longo do tempo… Porém, eu continuei. De um jeito qualquer, sem muito sentido ou disciplina. Eu usava um Olympikus preto (antes de a marca se tornar o que é hoje) e roupas de algodão. Cheguei a fazer um percurso de carro só para saber a distância do meu trecho preferido na cidade e marcava o tempo no cronômetro do celular. Foi assim até eu ler o livro "Suba, nade, corra, pedale (e aproveite a paisagem)", do Joel Kriger — o
2 de fev.


Um brasileiro no topo: o título inédito no Mundial de Canicross
Conheci o canicross em 2012, por meio de uma atleta que participou de um evento de trail run que eu organizei. Na época, eu já tinha alguns cães resgatados da rua e praticava atividades físicas com eles. Comecei a correr com esses cães de forma recreativa, apenas para gastar energia, sem qualquer objetivo competitivo — até porque, naquele período, ainda não existiam competições da modalidade no Brasil. Com o tempo, tornei-me um dos pioneiros na organização de provas no país,
26 de jan.


Quando o exemplo vira trilha: a primeira prova de montanha da minha filha! (por Cícero Barreto)
Ser recebido pela minha filha, Rebecca, no Araçari Trail Fest, no Morro do Voturuna, foi uma surpresa que ficará para sempre na minha memória. Eu não fazia ideia do que me esperava ali. A emoção foi ainda maior ao descobrir que, além da surpresa, ela estava vivendo sua primeira prova de montanha, estreando com um segundo lugar na categoria. Naquele abraço, ficou claro que aquela chegada carregava muito mais do que o fim de uma corrida — era o encontro de duas histórias que se
19 de jan.


São Silvestre: Muito além dos 15 quilômetros! (por Mariana Camargo)
Foi na primeira vez que completei 5 quilômetros corridos na esteira da academia do clube que percebi a minha capacidade de superar a mulher de 45 anos sedentária, com sobrepeso por mais de 15 anos — mãe de dois filhos já jovens, esposa, que divide a rotina entre a família e o trabalho com a fotografia — sedenta para expandir seu mundo. Era 2022, e a São Silvestre cruzou pela primeira vez meus pensamentos. Alguns anos se passaram. E, com eles, alguns machucados, fisioterapia,
12 de jan.


Tor des Glaciers: Onde o corpo falha e a mente assume o comando (por Arthur Cordeiro)
A ideia de participar do Tor des Glaciers (450 km e 32.000 metros de ganho altimétrico) surgiu logo após o Tor des Géants 2024. Para realizá-lo, existe um pré-requisito mínimo: ter terminado o Tor des Géants (330 km e 24.000+) com tempo inferior a 130 horas. Como em 2024 finalizei em 124 horas, a sementinha foi plantada ali; eu já tinha o tempo classificatório. Assim que passou a "ressaca" do Tor des Géants, a ideia fez mais sentido. Eu já conhecia parte da montanha e do perc
5 de jan.


Não é sobre desafio, nem superação. É sobre a vida e as suas surpresas (por Rosa Noronha)
Minha conexão é com o trail e as montanhas. E talvez por conta disso, nunca passou pela minha cabeça fazer uma maratona. Há uns 3 anos nosso então treinador de corridas montou um grupo para percorrer, durante 4 dias, o Caminho da Fé. Foram 140km de caminhada de São Sebastião do Paraíso (MG) até Aparecida do Norte. Quando acabei, pensei: "se consegui fazer tão bem, acho que algum dia consigo fazer uma maratona". Em 2023 acabei fazendo a Maratona de Berlim e achei que tivesse "
29 de dez. de 2025


A jornada até o pódio do Panamericano de Trail e o sonho das 100 milhas, por Giovanna Martins
A minha decisão de ir para o Pan-Americano de Trail, em novembro na Colômbia, em vez do Mundial de Trail, em setembro na França, foi motivada, sobretudo, por questões de programação e logística. Quando recebi a confirmação de que poderia participar de ambos, entre o final de abril e o início de maio, eu já tinha toda uma estrutura organizada para a França, onde passaria 48 dias. Além disso, já havia firmado compromissos com meus patrocinadores para provas como a Paraty by UTM
22 de dez. de 2025


Quadríceps castigados, o 'crew' dos sonhos e pódio na Bariloche by UTMB, por Manuel Lago
Com a evolução do trail run, especialmente as distâncias ultra, as quais eu sempre competi, atletas e atletas foram surgindo, cada vez mais novos, mais rápidos e mais resistentes. Sim, atualmente para se ganhar uma prova, precisa largar forte, apertar o ritmo no meio e sprintar no final. Somado a isso, eu fui envelhecendo, passando dos 45 anos e prestes a me tornar categoria 50-59 (2026 é logo ali). Há exemplos de atletas que mantêm competitividade nessa idade, até mesmo ganh
15 de dez. de 2025


A minha prova: Ultra Fitz Roy (60k), por Susany Perardt
A Ultra Fitz Roy, na Patagônia argentina, não foi uma escolha minha. Na verdade, foi a prova que me escolheu. No início deste ano, a organização da prova entrou em contato comigo e me convidou para participar dela. E como uma das embaixadoras do evento! Em sua segunda edição, neste ano ela já se consolidou, basicamente, no cenário do trail internacional e teve um alcance muito maior de público. Eu conheci a Patagônia em março, quando eu fui correr a UTMB Ushuaia, e, por coinc
8 de dez. de 2025


32 Dias em Poema – O Caminho de Santiago de Compostela
Do primeiro passo em Saint Jean, um coração entre o medo e a coragem, até a chegada em Compostela, foram dias de entrega, lágrimas e milagres. Caminhei entre vacas, cabras e girassóis, nas sombras raras e no sol ardente, encontrei silêncio, fé e superação, o corpo doeu, a mente oscilou, mas a alma sempre brilhou. Subidas infinitas, descidas sem fim, bolhas nos pés, mas asas no espírito. Anjos apareceram, estradas se abriram, a cada cidade, uma despedida, a cada chegada, um re
1 de dez. de 2025


O que precisei construir para correr uma ultramaratona numa pista de atletismo (por Carlos Arruda)
Desde a primeira vez que eu calcei o tênis e fui correr lá em 2023, eu sempre soube que isso ia ser algo que ia crescer muito na minha vida. Desde os primeiros treinos, que eram aquelas caminhadas que eu perdia o fôlego ou aquelas dores laterais, até uma coisa que eu ficava muito impressionado: a minha mente e como tudo aquilo era resiliente. E foi aí que surgiu a chama que me alimenta até hoje: o desafio mental. Não sou uma pessoa competitiva, então me encontrar na corrida f
24 de nov. de 2025


A minha prova: Campeonato Mundial de Skyrunning Master, por José Virginio
A minha história com o Campeonato Mundial de Skyrunning Master começou em outubro de 2024. Em setembro, ainda não havia a confirmação de que em 2025 teríamos a disputa desta competição pois a Federação Internacioal de Skyrunning, até aquele momento, não tinha escolhido a sede. No mês seguinte, veio a notícia: a sede escolhida foi a cidade de Karlovo, na Bulgária. E o cenário da disputa seria a Cordilheira Balcânica, também chamada Cordilheira dos Bálcãs. É uma cadeia de monta
17 de nov. de 2025


Minha primeira maratona: uma jornada de alma e corpo (por Glaucia Lippel)
Após 20 anos competindo no triatlo amador, finalmente senti vontade de encarar uma maratona. Sempre achei essa distância muito desafiadora — nunca me senti tão confortável correndo longas distâncias. Resolvi apostar alto: me inscrevi no sorteio de uma das maiores Majors do mundo. E, para minha surpresa… fui sorteada para correr em Chicago.
Ali, eu entendi que minha hora tinha chegado. O desafio de correr uma maratona estava oficialmente lançado. Treinei por cinco meses. No me
10 de nov. de 2025


Amilton Cruz. FKT cravada. E um rastro no Caminho dos Bandeirantes.
Tudo começou no início de dezembro de 2024, quando navegando pelo Wikiloc me deparei com um FKT (‘Fastest Known Time’ - tempo mais rápido conhecido) publicado pelo amigo André Lima: Caminho dos Bandeirantes. O nome por si só já carrega história e é inspirado nas rotas dos desbravadores do período colonial. Mas o que realmente me chamou a atenção foi a proximidade com São Paulo e a promessa de um percurso desafiador, passando por morros, trilhas fechadas e cenários de pura nat
4 de nov. de 2025
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