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Relato da Prova


O que a SP City Marathon me ensinou sobre recomeçar (por Thalita Lima)
Apesar de amar essa prova, minha primeira maratona não foi aqui, porque eu sempre ouvi que ela é uma maratona difícil. Que, depois dos sobes e desces do primeiro trecho e dos emocionantes 21 km, ela se torna uma prova de força mental. E hoje, após completá-la, posso dizer que tudo o que ouvi é muito verdade! O dia começou às 3h15. Em dia de prova, gosto de acordar com tempo: colocar um louvor para tocar, passar um café e me arrumar com calma. Saímos de casa por volta das 4h40
há 7 dias


Quando as montanhas mudaram a direção da minha vida (por Ana Paula Massucato)
Minha história na corrida de trilha e montanha foi semeada em julho de 2024, vinda de uma mudança de Campinas para Cruzeiro, no Vale do Paraíba, que transformou a minha forma de viver após ter passado por questões relacionadas à minha saúde. A vontade de sair da cidade grande sempre existiu e, quando recebi uma oportunidade de trabalho por aqui, do ladinho das montanhas da Serra da Mantiqueira, isso se tornou minha realidade. Sempre fui apaixonada pela natureza. Passei minha
10 de ago.


Lavaredo 50K by UTMB: o sonho realizado nas montanhas das Dolomitas (por Rejane Camargo)
Acho que todo corredor tem aquela prova dos sonhos. Aquela que, por anos, ocupa um lugar especial na lista de desejos e que representa muito mais do que uma simples corrida. Para mim, essa prova sempre foi a Lavaredo 50K by UTMB. Muito antes de imaginar que um dia estaria ali correndo, eu já sonhava em conhecer as Dolomitas. As montanhas, as paisagens e a grandiosidade daquele lugar sempre me fascinaram. Em 2025, tentei a sorte no sorteio, mas não fui selecionada. Em 2026, fi
3 de ago.


Do asfalto ao barro: Como a corrida de trilha me trouxe o equilíbrio que eu buscava (por Rodrigo Bonissato)
A transição do asfalto para o barro nos pés e o cheiro de mato me trouxe algo que eu já buscava há algum tempo: equilíbrio sem pressão. Em um mundo tão caótico como o que estamos vivendo, precisamos encontrar algo que nos desacelere, e a montanha veio para me mostrar que existe, sim, uma forma de tirar o pé do acelerador. No finzinho de junho, corri a minha segunda prova de trilha: a WTR Agulhas Negras. Vale um ponto importante: a prova leva esse nome por conta da distância u
27 de jul.


O Rito das 12 Horas: Meu relato n'A Maldição do Corpo Seco (por Carlos Arruda)
A Maldição do Corpo Seco tem um perfil muito específico, o endurance puro; busca quem sabe onde se mete. Desde o desafio de 6 horas numa pista de atletismo, soube que a ideia de repetição era o que eu curtia. Fazer a mesma coisa por horas pode tirar muitos do foco, mas é onde mora o meu talento. Fui junto com a Sal Running, que nessa edição patrocinou o evento, e com o apoio da Fila Brasil. Participar da Maldição não é uma escolha, o seu “currículo da corrida” tem que ser apr
20 de jul.


Estreia nos 3 dígitos: Como superei o vento, o granizo e o intestino na Evolution Itatiaia (por Léo Kenichi)
Antes de falar sobre os 100k que corri na Evolution Itatiaia, eu preciso mencionar sobre os 64k. Ambas as distâncias no mesmo lugar e com a mesma organização. As duas provas foram algo que não planejei muito para estar concluindo, pois foi tudo de momento do que eu vivo e as oportunidades que me aparecem por onde eu vou. Os 64k eu acabei ganhando a inscrição no camp do Chico Santos; sem querer acabei ganhando no sorteio. Quando a gente não quer algo, a gente ganha mesmo não q
13 de jul.


Como a Maratona de Porto Alegre me provou que a idade é um presente (por Ernani de Souza)
Há muito tempo aprendi com um grande amigo e hoje meu patrão, Felipe Avelar, que o sucesso e as marcas desejadas começam a se desenhar quando planejamos o calendário esportivo com inteligência. A base desse planejamento envolve provas secundárias e participativas, usadas por motivos diversos, mas o coração do processo são as chamadas provas-alvo. Muita gente programa esse conceito, mas não o aplica na prática; quer ir bem todo fim de semana e trata toda corrida como alvo. Eu
6 de jul.


A Pedra Grande Ultra Trail Challenge ressurgiu como uma fênix (por Mayara Miotto)
Participei da edição da Pedra Grande Ultra Trail Challenge que “deu errado” (2022) na mesma distância, me perdi pelas trilhas, fiz alguns km a mais do que era previsto por conta da marcação e todo aquele auê que surgiu após esse dia. Esse ano, fui pela promessa da melhoria, da equipe qualificada, da segurança... e foi tudo isso mesmo. Não era a minha prova alvo do ano, mas eu já estava bem preparada por causa da UTMB Ushuaia que participei no final de março. Faço parte da ass
29 de jun.


Maratona da Cidade do Cabo: Do diagnóstico de lesão à linha de chegada (por Roberto Ferreira)
Na verdade, costumo dizer que foi Cape Town que me escolheu, e não o contrário. Isso porque o Mundial de Faixa Etária, organizado pela Abbott World Marathon Majors, funciona por meio de critérios estritos de qualificação: você precisa atingir um tempo específico em uma prova seletiva para ganhar o direito de correr a final mundial no destino definido pela organização para aquele ano. Minha jornada para estar lá começou em 2023, quando fiz o tempo de 2h48min na Maratona do Rio
22 de jun.


Além da medalha: As histórias dos corredores do Time Corre Junto na Maratona do Rio
A Maratona do Rio é conhecida por sua beleza e magnitude, mas a verdadeira essência da prova ganha vida nas passadas de quem supera os próprios limites. Nesta coletânea, convidamos você a se emocionar com os relatos marcantes dos corredores do time Corre Junto: histórias que vão da superação profunda de uma corrida pós-câncer ao renascimento e à força da corrida pós-maternidade, passando pela resiliência inabalável do retorno após uma grave lesão. São trajetórias inspiradoras
15 de jun.


Céu estrelado, quartzito e 40 anos de união: a KTR Serra da Canastra foi especial (por Rosa Noronha)
Normalmente escolho fazer provas que me levem a lugares diferentes, onde a natureza seja a protagonista e eu um mero ponto no meio da paisagem. Quando vi um post sobre a KTR Serra da Canastra com uma pessoa atravessando as águas e uma enorme cachoeira ao fundo, pensei: Uau, esse será meu presente de aniversário! A prova é uma vivência incrível para apenas 200 corredores. Todos alojados em barracas de camping instaladas nos jardins de uma pousada linda, cercada por uma muralha
8 de jun.


Cocodona 250: Alucinações, loops temporais e 400 km no deserto (por Rafael Porto)
Há três anos eu comecei com essa onda de fazer as provas XXL, os desafios super longos, acima das 100 milhas. Minha primeira experiência nesse universo foi o Tor des Géants em 2024. Eu queria sentir o desafio de ir além e o Tor tem logo 330 km. Foi ali que me apaixonei por esse estilo de prova. Nessas distâncias, além do preparo físico, o atleta precisa estar muito mais pronto mentalmente e carregar uma bagagem sólida de experiência. A modalidade exige muito da cabeça: é prec
1 de jun.


Do climatério ao RP: Como a estratégia e o equilíbrio venceram Boston (por Lika Almeida)
Correr a Maratona de Boston pela primeira vez foi muito mais do que participar de uma prova. Foi a realização de um sonho, daqueles que crescem silenciosamente dentro da gente até o momento certo de acontecer. Minha estreia em uma Major e também minha primeira vez nos Estados Unidos tornaram essa experiência ainda mais simbólica. O plano e a evolução no ciclo Cheguei para essa prova com um plano bem definido. O plano A era sustentar um pace médio de 4:35/km, enquanto o plano
18 de mai.


Maratona de Londres é mais do que uma prova e foi especial viver essa tradição (por Danilo Maksud)
Correr a Maratona de Londres é entender, na prática, por que ela ocupa um lugar tão especial na história da maratona mundial. Uma prova rápida no papel, mas extremamente desafiadora na execução. O percurso parece amigável para quem olha apenas a altimetria, mas a realidade é diferente: mudanças constantes de ritmo, curvas, trechos estreitos, muita gente, pontes, falsos planos e a energia absurda da torcida fazem você gastar mais energia do que imagina. Londres não “entrega” o
11 de mai.


Indomit Pedra do Baú: Quando o esporte vira união familiar (por Eduardo Kruel)
No dia 28 de março de 2026, ocorreu a décima segunda edição da Indomit Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí. O incentivo para participar dessa prova veio de casa, através do convite do meu pai e da minha irmã. Os dois já tinham participado de outras provas de trilha; então, eu sempre acompanhei o entusiasmo e as histórias que eles traziam de cada desafio. Ver a paixão deles pelo esporte — especialmente meu pai, que já pratica há mais tempo — foi o que mais me motivou a encar
4 de mai.


A alma corre: a Maratona de Roma além do preparo físico (por Nat Chaves)
Desde 2017, a corrida ocupa um lugar essencial na minha vida; ela é remédio, terapia e ferramenta de equilíbrio. Em julho de 2025, no entanto, essa relação foi colocada à prova. Decidi me mudar para a Irlanda para aprimorar o inglês e, junto com o novo idioma, vieram o frio intenso, os dias curtos e um clima completamente oposto ao Brasil. A adaptação não foi simples. Acostumada com o meu país tropical, abençoado por Deus, bonito por natureza e com a vida ao ar livre, encontr
27 de abr.


KTR Campos do Jordão: Do asfalto à montanha com o pódio no horizonte (por Caroline Szulczewski)
A escolha da KTR foi uma conversa sobre provas com a Marina Ferrari e pessoal do Corre Junto em julho de 2025, na edição do Corre Juntinho que aconteceu no Horto, em Campos. Eu nunca tinha feito essa prova. Fechamos com o Corre, mas ainda não sabia a distância que iria correr. Como já tinha feito os 21k da Indomit em 2025, achei que daria conta dos 30k em 2026. Já havia corrido em Campos apenas na edição do Corre no Pico do Diamante e me apaixonei pelas trilhas e montanha. Co
20 de abr.


O Fim do Mundo e um começo histórico: minha estreia nos 80K em Ushuaia (por Loana v. Gaevernitz Lima)
Tudo começou no final do ano passado, quando eu e algumas colegas da equipe ML Mix Run começamos a pensar em um desafio para o início do ano. Esse geralmente costuma ser um período mais tranquilo de trabalho (apesar do calor nos treinos do verão carioca) em que dá para focar mais nos treinos. Depois de algumas pesquisas, encontramos a UTMB Ushuaia Valhöll. Conversando com colegas que já tinham feito a prova e com o nosso treinador, Manuel Lago, a decisão veio rápido. Vamos ne
13 de abr.


A emoção de alinhar com os ídolos: Minha jornada no Campeonato Brasileiro de Trail por Paulo Moreira)
Comecei a correr há um ano e oito meses. Com apenas um mês e meio de treinamento, percebi que meus números estavam crescendo muito rápido. Comecei a baixar o pace e a aumentar a quilometragem rapidamente; claro que sentia dor e um cansaço excessivo, mas não importava, eu queria ter resultado. Depois de uns dois ou três meses, procurei um treinador e disse que queria performance. Desde então, venho treinando focado nisso. Às vezes até me assusto com meus números, porque em tão
6 de abr.


Gestão de crise e performance: meu relato na Transgrancanaria (por Johnny Luna)
A decisão de competir na maratona (de 46k) da Transgrancanaria, nas Ilhas Canárias (Espanha), veio principalmente pelo perfil do percurso e pela oportunidade de competir contra alguns dos melhores atletas de trail da Europa. Depois de estudar o trajeto, senti que era um terreno que poderia favorecer minhas características como atleta. Além disso, a prova faz parte do calendário de eventos apoiados pela The North Face, meu patrocínio. Os treinos para a TGC foram construídos ju
30 de mar.
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