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Relato da Prova


Paraty Brazil by UTMB: Um banho de lama para lavar a alma e superar o passado (por Raphael Floresta)
Um banho de lama para lavar a alma, foi assim que vi a Paraty Brazil by UTMB 2026. Ano passado, o corte no PC 7 Quedas, depois de ter passado muito mal e ter lutado muito para conseguir chegar, trouxe uma frustração enorme quando fui cortado por 4 minutos... Depois de 16 horas de luta e 47 km percorridos, veio o DNF. Mas aquilo me deixou com aquele gostinho de: eu consigo sim, se eu treinar mais... eu consigo! Mais um ano se preparando, mais um ano de foco, determinação e con
há 5 dias


Eu, minha irmã e 118 km: Como venci a Ultramaratona 24h de Campinas (por Camila Kaori)
Participei da Ultramaratona 24h de Campinas com objetivo de utilizá-la como treino para o próximo desafio que irei enfrentar: a Extremo Sul Ultramarathon, onde percorrerei 226 km, saindo da cidade de Chuí, na divisa com o Uruguai, até a Praia do Cassino/RS. Assim como nesta prova, o percurso da Extremo Sul também é predominantemente plano e com regime de autossuficiência. Por isso, a prova de 24 horas seria uma excelente oportunidade para testar, na prática, diferentes estrat
5 de out.


100 km, tempestade e duas entorses: A minha história no UTMB (por Carlos Fonseca)
Meu choque de realidade veio logo no primeiro treino que minha amiga e eu fizemos no domingo, dia 23 de agosto, lá em Chamonix, na França. Subimos até o pico da Aiguille du Midi de teleférico e descemos correndo. Ali percebi que a galera realmente leva o esporte a sério e respira a montanha — tanto no trail run quanto no trekking e no hiking. Durante a semana, acompanhamos as primeiras largadas das provas: PTL, MCC, YCC e TDS. Só íamos para o apartamento tomar banho ou dormir
28 de set.


A Alma da Serra Fina: O caminho que trilhei até a vitória dos 55k da La Misión (por Izabela Germano)
Meu primeiro contato com a corrida de montanha aconteceu há cerca de dez anos. No início, eu não imaginava que aquele contato com a natureza e com as trilhas fosse se transformar em algo tão grande na minha vida. Aos poucos, fui me apaixonando pela sensação de correr em meio à natureza, pelos desafios das subidas, pelas descidas, pelo contato com a montanha e, principalmente, pela superação que cada treino e cada prova proporcionavam. Acho que o meu verdadeiro “chamado da mon
21 de set.


Onde estou? Para onde vou? A aventura de estrear na corrida de orientação
Em agosto, tive a oportunidade de participar, pela primeira vez, de uma prova de Corrida de Orientação na IV Etapa do COERJ 2026, disputada na cidade de Resende (RJ). E posso dizer, com toda a certeza, que foi uma experiência completamente diferente de todas as corridas a que eu já estava acostumada. Correr por trilhas e encarar longas distâncias já faz parte da minha rotina diária, mas, dessa vez, não bastava apenas focar no ritmo, na distância percorrida ou no pace. Era pre
14 de set.


Mar de montanhas e silêncio: Uma jornada pelo Parque Nacional do Itatiaia (por Renato Pessôa)
Desconectar da rotina urbana e se perder entre formações rochosas, vales silenciosos e horizontes infinitos é o convite irrecusável que o Parque Nacional do Itatiaia faz aos amantes da natureza. Ter um paraíso natural tão perto de casa é um privilégio e preparamos, eu e minha esposa Fernanda, um roteiro especial de fim de semana para explorar a altitude e o mar de montanhas do parque. O Parque Nacional do Itatiaia se divide em duas partes, a baixa e a alta, com acessos distin
7 de set.


La Misión 2026: histórias que as montanhas ajudaram a escrever (parte 2)
As trilhas desafiadoras da Serra Fina continuam revelando que a La Misión Brasil vai muito além do cronômetro. Em Passa Quatro (MG), a montanha testa limites, cria memórias inesquecíveis e transforma cada atleta que aceita o seu chamado. Nesta segunda parte da nossa série de relatos, compartilhamos trajetórias incríveis do time Corre Junto: desde o feito de uma jovem revelação do trail nacional que cravou o título de campeão, até a garra de quem superou uma lesão e o atendime
31 de ago.


La Misión 2026: histórias que as montanhas ajudaram a escrever (parte 1)
As montanhas de Passa Quatro (MG) e os picos imponentes da Serra Fina não são apenas o cenário de uma das provas mais desafiadoras do país; elas são o pano de fundo onde histórias inesquecíveis ganham vida. A cada quilômetro percorrido na La Misión Brasil, o suor, a incerteza e o cansaço dão lugar a descobertas profundas sobre resiliência, superação e acolhimento. A seguir, você confere os relatos de integrantes do time Corre Junto que aceitaram o chamado da montanha, encarar
24 de ago.


O que a SP City Marathon me ensinou sobre recomeçar (por Thalita Lima)
Apesar de amar essa prova, minha primeira maratona não foi aqui, porque eu sempre ouvi que ela é uma maratona difícil. Que, depois dos sobes e desces do primeiro trecho e dos emocionantes 21 km, ela se torna uma prova de força mental. E hoje, após completá-la, posso dizer que tudo o que ouvi é muito verdade! O dia começou às 3h15. Em dia de prova, gosto de acordar com tempo: colocar um louvor para tocar, passar um café e me arrumar com calma. Saímos de casa por volta das 4h40
17 de ago.


Quando as montanhas mudaram a direção da minha vida (por Ana Paula Massucato)
Minha história na corrida de trilha e montanha foi semeada em julho de 2024, vinda de uma mudança de Campinas para Cruzeiro, no Vale do Paraíba, que transformou a minha forma de viver após ter passado por questões relacionadas à minha saúde. A vontade de sair da cidade grande sempre existiu e, quando recebi uma oportunidade de trabalho por aqui, do ladinho das montanhas da Serra da Mantiqueira, isso se tornou minha realidade. Sempre fui apaixonada pela natureza. Passei minha
10 de ago.


Lavaredo 50K by UTMB: o sonho realizado nas montanhas das Dolomitas (por Rejane Camargo)
Acho que todo corredor tem aquela prova dos sonhos. Aquela que, por anos, ocupa um lugar especial na lista de desejos e que representa muito mais do que uma simples corrida. Para mim, essa prova sempre foi a Lavaredo 50K by UTMB. Muito antes de imaginar que um dia estaria ali correndo, eu já sonhava em conhecer as Dolomitas. As montanhas, as paisagens e a grandiosidade daquele lugar sempre me fascinaram. Em 2025, tentei a sorte no sorteio, mas não fui selecionada. Em 2026, fi
3 de ago.


Do asfalto ao barro: Como a corrida de trilha me trouxe o equilíbrio que eu buscava (por Rodrigo Bonissato)
A transição do asfalto para o barro nos pés e o cheiro de mato me trouxe algo que eu já buscava há algum tempo: equilíbrio sem pressão. Em um mundo tão caótico como o que estamos vivendo, precisamos encontrar algo que nos desacelere, e a montanha veio para me mostrar que existe, sim, uma forma de tirar o pé do acelerador. No finzinho de junho, corri a minha segunda prova de trilha: a WTR Agulhas Negras. Vale um ponto importante: a prova leva esse nome por conta da distância u
27 de jul.


O Rito das 12 Horas: Meu relato n'A Maldição do Corpo Seco (por Carlos Arruda)
A Maldição do Corpo Seco tem um perfil muito específico, o endurance puro; busca quem sabe onde se mete. Desde o desafio de 6 horas numa pista de atletismo, soube que a ideia de repetição era o que eu curtia. Fazer a mesma coisa por horas pode tirar muitos do foco, mas é onde mora o meu talento. Fui junto com a Sal Running, que nessa edição patrocinou o evento, e com o apoio da Fila Brasil. Participar da Maldição não é uma escolha, o seu “currículo da corrida” tem que ser apr
20 de jul.


Estreia nos 3 dígitos: Como superei o vento, o granizo e o intestino na Evolution Itatiaia (por Léo Kenichi)
Antes de falar sobre os 100k que corri na Evolution Itatiaia, eu preciso mencionar sobre os 64k. Ambas as distâncias no mesmo lugar e com a mesma organização. As duas provas foram algo que não planejei muito para estar concluindo, pois foi tudo de momento do que eu vivo e as oportunidades que me aparecem por onde eu vou. Os 64k eu acabei ganhando a inscrição no camp do Chico Santos; sem querer acabei ganhando no sorteio. Quando a gente não quer algo, a gente ganha mesmo não q
13 de jul.


Como a Maratona de Porto Alegre me provou que a idade é um presente (por Ernani de Souza)
Há muito tempo aprendi com um grande amigo e hoje meu patrão, Felipe Avelar, que o sucesso e as marcas desejadas começam a se desenhar quando planejamos o calendário esportivo com inteligência. A base desse planejamento envolve provas secundárias e participativas, usadas por motivos diversos, mas o coração do processo são as chamadas provas-alvo. Muita gente programa esse conceito, mas não o aplica na prática; quer ir bem todo fim de semana e trata toda corrida como alvo. Eu
6 de jul.


A Pedra Grande Ultra Trail Challenge ressurgiu como uma fênix (por Mayara Miotto)
Participei da edição da Pedra Grande Ultra Trail Challenge que “deu errado” (2022) na mesma distância, me perdi pelas trilhas, fiz alguns km a mais do que era previsto por conta da marcação e todo aquele auê que surgiu após esse dia. Esse ano, fui pela promessa da melhoria, da equipe qualificada, da segurança... e foi tudo isso mesmo. Não era a minha prova alvo do ano, mas eu já estava bem preparada por causa da UTMB Ushuaia que participei no final de março. Faço parte da ass
29 de jun.


Maratona da Cidade do Cabo: Do diagnóstico de lesão à linha de chegada (por Roberto Ferreira)
Na verdade, costumo dizer que foi Cape Town que me escolheu, e não o contrário. Isso porque o Mundial de Faixa Etária, organizado pela Abbott World Marathon Majors, funciona por meio de critérios estritos de qualificação: você precisa atingir um tempo específico em uma prova seletiva para ganhar o direito de correr a final mundial no destino definido pela organização para aquele ano. Minha jornada para estar lá começou em 2023, quando fiz o tempo de 2h48min na Maratona do Rio
22 de jun.


Além da medalha: As histórias dos corredores do Time Corre Junto na Maratona do Rio
A Maratona do Rio é conhecida por sua beleza e magnitude, mas a verdadeira essência da prova ganha vida nas passadas de quem supera os próprios limites. Nesta coletânea, convidamos você a se emocionar com os relatos marcantes dos corredores do time Corre Junto: histórias que vão da superação profunda de uma corrida pós-câncer ao renascimento e à força da corrida pós-maternidade, passando pela resiliência inabalável do retorno após uma grave lesão. São trajetórias inspiradoras
15 de jun.


Céu estrelado, quartzito e 40 anos de união: a KTR Serra da Canastra foi especial (por Rosa Noronha)
Normalmente escolho fazer provas que me levem a lugares diferentes, onde a natureza seja a protagonista e eu um mero ponto no meio da paisagem. Quando vi um post sobre a KTR Serra da Canastra com uma pessoa atravessando as águas e uma enorme cachoeira ao fundo, pensei: Uau, esse será meu presente de aniversário! A prova é uma vivência incrível para apenas 200 corredores. Todos alojados em barracas de camping instaladas nos jardins de uma pousada linda, cercada por uma muralha
8 de jun.


Cocodona 250: Alucinações, loops temporais e 400 km no deserto (por Rafael Porto)
Há três anos eu comecei com essa onda de fazer as provas XXL, os desafios super longos, acima das 100 milhas. Minha primeira experiência nesse universo foi o Tor des Géants em 2024. Eu queria sentir o desafio de ir além e o Tor tem logo 330 km. Foi ali que me apaixonei por esse estilo de prova. Nessas distâncias, além do preparo físico, o atleta precisa estar muito mais pronto mentalmente e carregar uma bagagem sólida de experiência. A modalidade exige muito da cabeça: é prec
1 de jun.
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